O que fazer no Rio de Janeiro

De um pôr do sol em Ipanema a uma roda de samba na Lapa, o Rio recompensa quem vai além dos dois grandes miradouros.

Outras formas de viver o Rio

Interesses especializados e planeamento prático — cultura futebolística, aventura ao ar livre, excursões ao longo da costa, e as comparações que todo o viajante de primeira viagem procura.

Explorar por destino

Tours e atividades organizados por local — o melhor de cada cidade e região.

O que é bom saber sobre o que fazer no Rio de Janeiro

O hub do que fazer no Rio organiza-se em torno de 14 categorias em vez de uma única lista classificada, porque um bom dia nesta cidade depende inteiramente de que versão do Rio se procura. As praias vêm primeiro, e não por acaso: Copacabana, Ipanema e as enseadas mais tranquilas de São Conrado e Grumari têm cada uma o seu próprio ambiente e a sua própria corrente. Ícones e miradouros reúne os dois nomes que toda a gente já conhece — o Cristo Redentor no Corcovado e o teleférico do Pão de Açúcar — mais a pedra do Arpoador, onde o ritual do pôr do sol não custa nada e não precisa de bilhete.

Samba e vida noturna centra-se nos arcos da Lapa e nas suas noites de ensaio de escolas de samba, que duram meses antes do Carnaval e estão abertas a visitantes que querem o ritmo real sem a bancada. Gastronomia e bebidas vai de uma feijoada ao sábado até à cultura do boteco, feita de chope bem gelado e uma travessa de petiscos para partilhar, com a sala Belle Époque da Confeitaria Colombo como a única paragem que vale mesmo um desvio. O Carnaval tem categoria própria porque aqui não é uma nota de rodapé — setores do Sambódromo, blocos de rua com personalidades genuinamente diferentes, e ensaios que crescem ao longo de meses são, cada um, um tipo de viagem à parte.

Natureza e caminhadas leva os visitantes à floresta tropical do Parque Nacional da Tijuca, à parede da Pedra da Gávea, e ao miradouro da Vista Chinesa por cima da copa das árvores — natureza selvagem a sério, a uma viagem de autocarro da praia. Cultura e museus cobre a Escadaria Selarón e o Museu do Amanhã, e, tratado com a seriedade que merece, o turismo de favela em versão comunitária: vale a pena fazê-lo com um operador local que reinveste no bairro, não vale a pena como simples paragem fotográfica.

A cultura futebolística é uma vertente real do Rio, não um interesse de nicho — um dia de jogo no Maracanã e uma partida de futevólei na praia de Copacabana dizem ambos algo verdadeiro sobre a cidade. Aventura ao ar livre cobre o voo livre até São Conrado, o surf na Barra ou em Grumari, e a escalada no granito do Pão de Açúcar. Excursões de um dia, planeamento, transportes e época do ano tratam da logística: quando é que o Carnaval cai realmente, como funcionam as duas linhas do Metrô, como é um orçamento diário realista em reais, e as questões de segurança que vale a pena resolver antes de aterrar.

Comparar opções responde às decisões diretas com que todo o viajante de primeira viagem se depara, de Copacabana contra Ipanema a que miradouro priorizar com pouco tempo.

Perguntas frequentes sobre o que fazer no Rio de Janeiro

Quais são as coisas essenciais a fazer no Rio de Janeiro?

Aproveitar bem uma praia (Copacabana ou Ipanema), subir a pelo menos um miradouro (Corcovado ou Pão de Açúcar), passar uma noite na Lapa, e comer uma feijoada ou uma travessa de petiscos num boteco. O resto depende dos dias disponíveis e do que lhe interessa para além do essencial.

É correto visitar uma favela enquanto turista?

Só com um operador comunitário que empregue guias locais e reinvista no bairro — nunca como uma simples paragem fotográfica de passagem, e nunca sem ser convidado. Rocinha e Vidigal têm ambas visitas legítimas, geridas localmente; pergunte quem beneficia do seu dinheiro antes de reservar.

Quando é o Carnaval no Rio e é preciso reservar com muita antecedência?

O Carnaval cai em fevereiro ou março consoante o ano, com ensaios de escolas de samba a começar meses antes. Os bilhetes do Sambódromo e o alojamento central esgotam-se com antecedência, sendo esta uma das poucas partes de uma viagem ao Rio que precisa mesmo de ser planeada com antecipação.

Devo priorizar o Corcovado ou o Pão de Açúcar se só tiver tempo para um?

O Corcovado oferece a vista panorâmica mais ampla, com a própria estátua do Cristo Redentor como atração; o percurso de teleférico do Pão de Açúcar é a experiência mais pitoresca e combina bem com a marginal de Urca. O tempo limpo conta mais do que a escolha em si — consulte a previsão e vá no dia mais límpido.