O que fazer no Rio de Janeiro
De um pôr do sol em Ipanema a uma roda de samba na Lapa, o Rio recompensa quem vai além dos dois grandes miradouros.
Experiências imperdíveis
As seis categorias que definem uma primeira viagem ao Rio — praias, miradouros, vida noturna, gastronomia, Carnaval e a floresta à porta da cidade.
Praias
Os quatro quilómetros de areia de Copacabana, o Posto 9 de Ipanema, e as enseadas mais tranquilas de São Conrado e Grumari.
10 guides
Ícones e miradouros
O Cristo Redentor no topo do Corcovado, o teleférico do Pão de Açúcar, e a pedra do Arpoador, onde toda a praia pára para ver o pôr do sol.
9 guides
Samba e vida noturna
Os arcos com música ao vivo da Lapa, as noites de ensaio das escolas de samba, e os botecos de Santa Teresa.
8 guides
Gastronomia e bebidas
Uma feijoada ao sábado, um pastel na Confeitaria Colombo, e a cultura do boteco — um chope bem gelado com uma travessa de petiscos.
9 guides
Carnaval
Os setores do Sambódromo, os blocos de rua, do Cordão da Bola Preta à Banda de Ipanema, e os ensaios das escolas de samba que crescem ao longo de meses.
8 guides
Natureza e caminhadas
Os trilhos de floresta tropical do Parque Nacional da Tijuca, a subida à Pedra da Gávea, e o miradouro da Vista Chinesa sobre a copa das árvores.
8 guidesOutras formas de viver o Rio
Interesses especializados e planeamento prático — cultura futebolística, aventura ao ar livre, excursões ao longo da costa, e as comparações que todo o viajante de primeira viagem procura.
Cultura e museus
A Escadaria Selarón, o Museu do Amanhã na zona portuária requalificada, e visitas a favelas feitas da forma correta — com um operador comunitário, nunca de passagem.
9 guides
Cultura futebolística
Um dia de jogo no Maracanã, futevólei na praia de Copacabana, e as rivalidades entre clubes que marcam um domingo carioca.
6 guides
Aventura ao ar livre
Voo livre a partir da Pedra Bonita até São Conrado, surf na Barra ou em Grumari, e escalada na parede de granito do Pão de Açúcar.
8 guides
Excursões de um dia
O palácio imperial de Petrópolis, os trilhos sem carros de Ilha Grande, e as praias de Búzios, todos ao alcance de um único dia a partir da cidade.
9 guides
Planeamento
Regras de visto consoante a nacionalidade, um orçamento realista em reais, e as questões de segurança que vale a pena esclarecer antes de aterrar, não depois.
9 guides
Transportes
As duas linhas do Metrô, quando compensa um Uber em vez de um autocarro, e como chegar a Santa Teresa agora que o velho bonde faz um percurso mais curto.
7 guides
Quando ir
O pico do Carnaval em fevereiro-março, o inverno mais seco e fresco de junho a agosto, e o calor húmido que se instala a partir de dezembro.
5 guides
Comparar opções
Copacabana ou Ipanema, Corcovado ou Pão de Açúcar, e as outras decisões que qualquer viajante de primeira viagem ao Rio tem de tomar.
5 guidesExplorar por destino
Tours e atividades organizados por local — o melhor de cada cidade e região.
O que é bom saber sobre o que fazer no Rio de Janeiro
O hub do que fazer no Rio organiza-se em torno de 14 categorias em vez de uma única lista classificada, porque um bom dia nesta cidade depende inteiramente de que versão do Rio se procura. As praias vêm primeiro, e não por acaso: Copacabana, Ipanema e as enseadas mais tranquilas de São Conrado e Grumari têm cada uma o seu próprio ambiente e a sua própria corrente. Ícones e miradouros reúne os dois nomes que toda a gente já conhece — o Cristo Redentor no Corcovado e o teleférico do Pão de Açúcar — mais a pedra do Arpoador, onde o ritual do pôr do sol não custa nada e não precisa de bilhete.
Samba e vida noturna centra-se nos arcos da Lapa e nas suas noites de ensaio de escolas de samba, que duram meses antes do Carnaval e estão abertas a visitantes que querem o ritmo real sem a bancada. Gastronomia e bebidas vai de uma feijoada ao sábado até à cultura do boteco, feita de chope bem gelado e uma travessa de petiscos para partilhar, com a sala Belle Époque da Confeitaria Colombo como a única paragem que vale mesmo um desvio. O Carnaval tem categoria própria porque aqui não é uma nota de rodapé — setores do Sambódromo, blocos de rua com personalidades genuinamente diferentes, e ensaios que crescem ao longo de meses são, cada um, um tipo de viagem à parte.
Natureza e caminhadas leva os visitantes à floresta tropical do Parque Nacional da Tijuca, à parede da Pedra da Gávea, e ao miradouro da Vista Chinesa por cima da copa das árvores — natureza selvagem a sério, a uma viagem de autocarro da praia. Cultura e museus cobre a Escadaria Selarón e o Museu do Amanhã, e, tratado com a seriedade que merece, o turismo de favela em versão comunitária: vale a pena fazê-lo com um operador local que reinveste no bairro, não vale a pena como simples paragem fotográfica.
A cultura futebolística é uma vertente real do Rio, não um interesse de nicho — um dia de jogo no Maracanã e uma partida de futevólei na praia de Copacabana dizem ambos algo verdadeiro sobre a cidade. Aventura ao ar livre cobre o voo livre até São Conrado, o surf na Barra ou em Grumari, e a escalada no granito do Pão de Açúcar. Excursões de um dia, planeamento, transportes e época do ano tratam da logística: quando é que o Carnaval cai realmente, como funcionam as duas linhas do Metrô, como é um orçamento diário realista em reais, e as questões de segurança que vale a pena resolver antes de aterrar.
Comparar opções responde às decisões diretas com que todo o viajante de primeira viagem se depara, de Copacabana contra Ipanema a que miradouro priorizar com pouco tempo.
Perguntas frequentes sobre o que fazer no Rio de Janeiro
Quais são as coisas essenciais a fazer no Rio de Janeiro?
Aproveitar bem uma praia (Copacabana ou Ipanema), subir a pelo menos um miradouro (Corcovado ou Pão de Açúcar), passar uma noite na Lapa, e comer uma feijoada ou uma travessa de petiscos num boteco. O resto depende dos dias disponíveis e do que lhe interessa para além do essencial.
É correto visitar uma favela enquanto turista?
Só com um operador comunitário que empregue guias locais e reinvista no bairro — nunca como uma simples paragem fotográfica de passagem, e nunca sem ser convidado. Rocinha e Vidigal têm ambas visitas legítimas, geridas localmente; pergunte quem beneficia do seu dinheiro antes de reservar.
Quando é o Carnaval no Rio e é preciso reservar com muita antecedência?
O Carnaval cai em fevereiro ou março consoante o ano, com ensaios de escolas de samba a começar meses antes. Os bilhetes do Sambódromo e o alojamento central esgotam-se com antecedência, sendo esta uma das poucas partes de uma viagem ao Rio que precisa mesmo de ser planeada com antecipação.
Devo priorizar o Corcovado ou o Pão de Açúcar se só tiver tempo para um?
O Corcovado oferece a vista panorâmica mais ampla, com a própria estátua do Cristo Redentor como atração; o percurso de teleférico do Pão de Açúcar é a experiência mais pitoresca e combina bem com a marginal de Urca. O tempo limpo conta mais do que a escolha em si — consulte a previsão e vá no dia mais límpido.